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No meio dos posts antigos, transferidos de outros blogs para aqui, encontrava-se uma reflexão feita por altura da minha despedida do Bizarro, enquanto editor e autor.

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O segundo episódio, onde se aborda a história da BD portuguesa dos anos 60 até à (então) actualidade, apresentou uma surpresa bizarra.

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A principal diferença entre o Bizarro e o aCalopsia é que o primeiro existiu numa altura em que eu já estava farto da mundinho da BD, de ser editor, e queria mesmo passar a pasta, por completo.

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Ter reencontrado o Bizarro #02 (Novembro de 1977) foi a oportunidade para reencontrar 2 das minhas citações favoritas sobre a BD nacional: A Banda Desenhada não existe (isto é, não há público, nos últimos tempos nem sequer fanzines), pelo que os salões e festivais são um verdadeiro bluff, fenómenos artíficais sustentados por fundos camarários…