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No meio dos posts antigos, transferidos de outros blogs para aqui, encontrava-se uma reflexão feita por altura da minha despedida do Bizarro, enquanto editor e autor.

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Este artigo foi escrito Janeiro de 2007, e está obviamente desactualizado, é publicado aqui para referência futura. um dia ainda poderei voltar a a pegar nela para o refazer.

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Existem pessoas que não gostam da palavra fanzine e qualquer avaliação que fazem do conteúdo começa pelo facto de a publicação se assumir como fanzine ou revista.

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Ter reencontrado o Bizarro #02 (Novembro de 1977) foi a oportunidade para reencontrar 2 das minhas citações favoritas sobre a BD nacional: A Banda Desenhada não existe (isto é, não há público, nos últimos tempos nem sequer fanzines), pelo que os salões e festivais são um verdadeiro bluff, fenómenos artíficais sustentados por fundos camarários…

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“Aliás, continuo a estranhar o facto de muitas editoras ignorarem os pedidos que faço para me enviarem informação (capas, sinopses) para divulgação… Possivelmente, como estou ligado à BD há muitos anos, já deveria estar habituado…” – Pedro Cleto Pequena adenda ao tópico da divulgação, existem aqueles que não dão muito relevo a essa questão,…

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Eu sei que as pessoas gostam de uma borla, e para esses em breve haverá novidades, mas entretanto tenho aqui alguns fanzines para vender, e apesar de algumas “indisponibilidades” sempre foi possível colocar o fanzine à venda em alguns locais. O Minizine tem duas coisas que não jogam a seu favor para serem vendidos…